Desesperadamente
Desesperadamente alegres no derradeiro riso
Boca contorcida o esforço vão pelo sorriso aberto
Desesperadamente calmos no derradeiro gesto
Perna presa a meio passo (dança interrompida)
No grito agudo em cada peito do fim da corda do relógio
Os pares lentamente param
Estanca o som da festa
Silêncio na programação geral
Até que um dedo no painel central
De novo aperte o botão
E os discos tocaram a vida no salão
Desesperadamente animarão
Mais um carnaval.
 

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